Depositei neste blog alguns desabafos. Depositei o que fui e o que sou. O que somos. E ainda o que vamos ser. Esquecer o quanto o mundo pode ser cruel e o quanto temos que ter estofo para aguentar certas situações que a vida nos coloca todos os dias à frente para de uma certa maneira nos por à prova. Isto foi daquelas situações que por acaso aconteceram e acredito que só acontece uma vez na vida. O amor move tudo. É a razão de tudo. Se me perguntarem se me arrependo? Claro que não. Foi o melhor que me podia ter acontecido. Desde o primeiro dia ainda na base da amizade eu sabia que o tinha ali para tudo, fosse o que fosse, fosse a que horas fosse. Era bom. É tão bom. Vejo-me em ti. Nunca entendi o porquê de me ter escolhido a mim. Alguém que me dá sentido, dá-me as coordenadas para seguir o meu e o nosso caminho. Partilhar a parte mais sombria e escura. Tudo o resto perdeu a importância. Relativizei. O tempo passou e o orgulho que sinto em ti e naquilo que fomos construindo aumenta de dia para dia. Passaste a preencher os meus dias e a tua fotografia a minha mesa de cabeceira. Estás em todo o lado. Estiveste sempre. Estiveste sempre por aqui. Eu é que nunca te vi. Amo-te.
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